quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

AULA O PLANO ESPIRITUAL - 6 + ANOS

EVANGELIZADOR:                                                    AUXILIAR:      
CICLO: 6 +                                                                    DATA:  07.09.2011

TEMA: O PLANO ESPIRITUAL

OBJETIVO : Mostrar que o plano espiritual é nosso verdadeiro lar e nele encontramos todas as condições para darmos continuidade ao nosso progresso.

ROTEIRO :
1.PRECE INICIAL
2.INTRODUÇÃO -  20 min

·  Antes de iniciar colocar uma música calma e a evangelizadora irá fazer um relaxamento de 2 min. para acalmar da chegada.
·  Fazer a brincadeira da Pequena Caixa. (Anexo 0)

3.DESENVOLVIMENTO –  25 min
·     Conversar com as crianças sobre o tema com o auxilio de um boneco (Anexo 01).
·     Contar a estória “Marina no mundo espiritual” (Anexo 02) com ajuda das figuras impressas ou em Datashow (Anexo).
·   Conversar sobre o que entenderam da estória e desenvolver o tema, não  esquecendo de falar sobre o cordão fluídico que permite o desdobramento.


4.ATIVIDADE – 15 min
·    Colorir as atividades. (Anexo ).

5.PRECE FINAL
 MATERIAL :  Hidrocor, Lápis de cor, Caixa pequena de papelão, figuras da estória, xerox das atividades para fazer e pintar, som, cd com música suave.

BIBLIOGRAFIA:  Livro dos Espíritos (Livro Segundo Cap. I).

ANEXOS

História - Marina no Mundo Espiritual
Marina no mundo espiritual


Marina estava triste seu avô havia desencarnado.
- Mãe, sinto saudade do vovô. 
- Não fique triste Marina, quando as pessoas desencarnam elas vão para o mundo espiritual e lá existe cidades iguais as que você conhece aqui com prédios, casas, hospital, flores, arvore e animais. E você vai voltar a vê-lo, conversar e abraçá-lo novamente.
-Mas, como?

- Ora, Marina! Somos espíritos e ganhamos o corpo de carne ao nascer. Podemos sentir o corpo, mas não podemos ver o espírito, há muitas coisas que não podemos ver como o micróbio e o ar. Quando desencarnamos deixamos o corpo de carne e nós – espíritos – continuamos a viver, mas, no mundo dos Espíritos.
- É lá que o vovô está?
- Sim, querida. Você pode encontrar com ele no mundo espiritual. Antes de dormir faça uma prece pedindo ao seu anjo da guarda para levá-la até ele e ele a guiará.
O dia passou e a noite chegou. Marina fez como a mamãe disse, fez uma prece pedindo ao seu anjo da guarda que a levasse até o vovô. 
Ao dormir, Marina em espírito, levantou-se sonolenta da cama e viu seu corpo deitado na cama quentinha. “Estranho” pensou. Foi quando um Espírito muito simpático chegou e disse-lhe assim:
- Olá, Marina. Sou seu anjo da guarda. Tenho acompanhado sua tristeza pela desencarnação de seu avô. Você gostaria de visitá-lo?
- Claro! Mas, como pode isso?
- Como já lhe explicou sua mãe, seu avô é um Espírito desencarnado, mora no mundo espiritual onde, aliás, eu moro também.
- Aonde é esse mundo espiritual?
- Ele está em toda parte, aqui, no espaço. É um mundo invisível para os homens. Entendeu?
- Hum... mais ou menos.
- No mundo espiritual Marina temos tudo que você conhece no mundo material em que você vive e mais ainda. Quando você dorme, você está no mundo espiritual, pois você deixa seu corpo temporariamente e você em espírito pode ir para quase todos os lugares. Agora vamos, observe direitinho como é esse mundo onde os espíritos desencarnados vivem.
- Vovô está muito longe daqui? 
- Um pouquinho, mas chegaremos lá rapidamente, pois volitaremos.
- Voli... o quê?
- Volitar quer dizer “voar” e é mais rápido, mas no mundo espiritual também existe meio de transporte.
- Dê-me sua mão e pense forte desejando me acompanhar.
E assim aconteceu, dentro de alguns minutos estavam se aproximando de uma linda cidade. Henrique - o anjo da guarda - explicou que aquela cidade espiritual chamava , “Cidade Esperança”. 
Marina ficou encantada com os prédios, as casas, havia muitas arvores, flores e pássaros muito coloridos.

Aproximaram-se de uma casa, Henrique bateu de levinho e uma voz conhecida pediu que entrasse. E ao entrarem, viu o vovô de braços abertos esperando por ela e então se jogou nos seus braços chorando.

- Marina, não chore assim!
Mas, não foi o vovô que disse isso e nem Henrique, foi à vovó que havia desencarnado há alguns anos. Abraçou-se aos dois, agora alegre em vê-los.
- Compreende querida que ao desencarnarmos deixamos apenas o corpo e vivemos em um mundo mais bonito que estávamos antes?
- Sim, vovô.
- Aqui temos tudo que precisamos, mas trabalhamos para tê-los.
Depois de algum tempo que conversaram muito e vovó serviu um delicioso suco, passearam ainda pela cidade Esperança. E ao se despedir dos avôs, Henrique disse que ela poderia voltar em breve. 
Logo depois, Marina acordava. Eram sete horas da manhã, sentia uma grande alegria no coração. Marina pensou ter tido um belo sonho e, nós sabemos que tudo aconteceu de verdade, mas, no mundo espiritual.
FIM
Brincadeira da Pequena Caixa.
       A evangelizadora irá dizer que dentro da pequena caixa existe uma surpresa e que todos irão ver, mas será de um em um, só que não poderão contar a ninguém o que viu até ser pedido. A auxiliar levará de um em um para um cantinho afastado e mostrar o que há dentro da pequena caixa. (a caixa estará vazia). Depois que todos olharem dentro da caixa perguntar o que viram e quando todos responderem que a caixa está vazia. A evangelizadora ira dizer: “Existe sim, uma coisa muito importante dentro da caixa o AR, ele está em todo o lugar, mas nós não podemos enxergá-lo. Vamos agora respirar bem fundo, para sentirmos o ar entrando em nossos pulmões”. Bem, não podemos vê-los, mas conseguimos respirá-lo. Existem coisas que não vemos ou porque são muito pequenos como os micróbios (bichinhos bem pequenos), o ar, os gases etc.; ou porque nossos olhos não podem enxergar como os pensamentos, as ondas do rádio e da TV. Existe também outro mundo, semelhante ao nosso, que não vemos – é o mundo espiritual - onde vivem os espíritos. Lá eles moram, estudam e se preparam para uma nova encarnação em um novo corpo físico.
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                                        EXPLICAÇÃO DO Desenvolvimento
    Mas quem são os espíritos? São pessoas que já desencarnaram e vivem no mundo espiritual que é invisível aos nossos olhos e existe como o ar que respiramos. (Mostrar dois bonequinhos um de papelão que representa o corpo e um de papel transparente que representa o espírito, passar de um em um para sentirem a diferença entre os dois.)
    Levar um boneco de brinquedo e fazer perguntas as crianças: O que é isso? De que é feito? Movimenta-se? Agora fazer com que cada um observe o coleguinha que está ao seu lado comparando com o boneco para perceberem as diferenças. (Neste momento a evangelizadora poderá dividir em duplas para explorar mais este momento.) (Irão constatar que somos diferentes, que nos movimentamos, falamos e fazemos muitas outras coisas que o boneco não faz.)
    Depois das observações fazer algumas perguntas:
1.      Por que somos diferentes do boneco?
(Porque o boneco não possui espírito, e o espírito é uma ‘pessoa’ que vive no corpo de carne aqui na terra, ou vive sem o corpo de carne no mundo espiritual e foi criado por Deus para evoluir até chegar à pureza).    
     Um dia Deus enviou para nós, para humanidade um Espírito muito puro que ensinou como deveríamos proceder.
2.      Sabem quem é Ele? (JESUS.)
3.       E o que Jesus ensinou? (Amar a todos com mesmo amor que dedicamos á nossa família e amigos; perdoar sempre; ser caridosos com nossos irmãos necessitados, etc.)
4.       Tudo isso se fizermos aqui na terra carregaremos para o mundo espiritual? (Sim)
5.       Do mesmo modo se fizermos o mal também levaremos? (Sim)
    Quando somos bons nosso espírito fica bonito, todo iluminado e somos felizes. Quando somos ruins ficamos com uma aparência feia e somos infelizes, mas só até decidirmos sermos pessoas boas. Quem quer ser bonito e feliz? Então, vamos ser bons e fazer coisas boas.
    Mas, como se chama mesmo o mundo, onde vivem os Espíritos, as pessoas sem o corpo de carne, vocês sabem como se chama esse mundo?
    Vamos conhecer uma historinha de uma menina chamada Marina.
Obs.: As perguntas do nº 03 ao nº 05, não necessitarão de uma resposta das crianças, pois elas são pequenas e talvez não saibam responder.
Anexo 02

“Marina no mundo espiritual”

Marina estava triste seu avô havia desencarnado.
- Mãe, sinto saudade do vovô.
                 - Não fique triste Marina, quando as pessoas desencarnam elas vão para o mundo espiritual e lá existe cidades iguais as que você conhece aqui com prédios, casas, hospital, flores, arvore e animais. E você vai voltar a vê-lo, conversar e abraçá-lo novamente.
                 -Mas, como?
- Ora, Marina! Somos espíritos e ganhamos o corpo de carne ao nascer. Podemos sentir o corpo, mas não podemos ver o espírito, há muitas coisas que não podemos ver como o micróbio e o ar. Quando desencarnamos deixamos o corpo de carne e nós – espíritos – continuamos a viver, mas, no mundo dos Espíritos.
- É lá que o vovô está?
- Sim, querida. Você pode encontrar com ele no mundo espiritual. Antes de dormir faça uma prece pedindo ao seu anjo da guarda para levá-la até ele e ele a guiará.
            O dia passou e a noite chegou. Marina fez como a mamãe disse, fez uma prece pedindo ao seu anjo da guarda que a levasse até o vovô. Ao dormir, Marina em espírito, levantou-se sonolenta da cama e viu seu corpo deitado na cama quentinha. “Estranho” pensou. Foi quando um Espírito muito simpático chegou e disse-lhe assim:
- Olá, Marina. Sou seu anjo da guarda. Tenho acompanhado sua tristeza pela desencarnação de seu avô.
Você gostaria de visitá-lo?
- Claro! Mas, como pode isso?
- Como já lhe explicou sua mãe, seu avô é um Espírito desencarnado, mora no mundo espiritual onde, aliás, eu moro também.
- Aonde é esse mundo espiritual?
- Ele está em toda parte, aqui, no espaço. É um mundo invisível para os homens. Entendeu?
- Hum... mais ou menos.
- No mundo espiritual Marina temos tudo que você conhece no mundo material em que você vive e mais ainda. Quando você dorme, você está no mundo espiritual, pois você deixa seu corpo temporariamente e você em espírito pode ir para quase todos os lugares. Agora vamos, observe direitinho como é esse mundo onde os espíritos desencarnados vivem.
- Vovô está muito longe daqui?
- Um pouquinho, mas chegaremos lá rapidamente, pois volitaremos.
- Voli... o quê?
- Volitar quer dizer “voar” e é mais rápido, mas no mundo espiritual também existe meio de transporte.           - Dê-me sua mão e pense forte desejando me acompanhar.
E assim aconteceu, dentro de alguns minutos estavam se aproximando de uma linda cidade. Henrique         - o anjo da guarda - explicou que aquela cidade espiritual chamava “Cidade Esperança”. Aproximaram-se de uma casa, Henrique bateu de levinho e uma voz conhecida pediu que entrasse. E ao entrarem, viu o vovô de braços abertos esperando por ela e então Marina se jogou nos seus braços chorando.
- Marina, não chore assim!Mas, não foi o vovô que disse isso e nem Henrique, foi à vovó que havia desencarnado há alguns anos. Abraçou-se aos dois, agora alegre em vê-los.- Compreende querida que ao desencarnarmos deixamos apenas o corpo e vivemos em um mundo mais bonito que estávamos antes?- Sim, vovô.
- Aqui temos tudo que precisamos, mas trabalhamos para tê-los.
Depois de algum tempo que conversaram muito e vovó serviu um delicioso suco, passearam ainda pela cidade Esperança. E ao se despedir dos avôs, Henrique disse que ela poderia voltar em breve. Logo depois, Marina acordava. Eram sete horas da manhã, sentia uma grande alegria no coração. Marina pensou ter tido um belo sonho e, nós sabemos que tudo aconteceu de verdade, mas, no mundo espiritual.




AULA INTERCÂMBIO MEDIÚNICO - 5 - 6

EVANGELIZADOR:                                                    AUXILIAR:      
CICLO: 05 e 06                                                             DATA:  06.09.2011

TEMA: INTERCÂMBIO MEDIÚNICO

OBJETIVO : Conscientizar as crianças que a mediunidade é um meio natural de comunicação entre os dois planos.

ROTEIRO :

1.PRECE INICIAL

2.INTRODUÇÃO -  20 min

·    Realizar a brincadeira “Telefoninho Mediúnico”. Em círculo a primeira criança será ”espírito” e a última o “médium”, a evangelizadora falará uma frase relacionada com o tema. (Telefone sem fio)

3.DESENVOLVIMENTO –  25 min
·    O evangelizador deverá fazer colagens de gravuras dos médiuns, Chico Xavier, Divaldo Franco etc.(colar no palito de churrasco.)
·   Destaca o palito com Chico Xavier e contar estória de sua infância e sua mediunidade, de forma resumida, focando na forma como ele se comunicava com os espíritos.
4.ATIVIDADE – 15 min
  Brincadeira “mensagem do céu. Cada criança receberá uma bola contendo uma mensagem, a evangelizadora deverá dizer que foi um espírito amigo que enviou. Colocar a musica e deixar que as crianças brinquem até estourar a bola. Quando estourar leia a mensagem para cada um deles, caso não leiam.
Pintura imagem de Chico Xavier. ( Explicar quem é a antes que eles comecem a pintar )
·
 5.PRECE FINAL
MATERIAL :  Palito de churrasco, bolas, balas, papel oficio e caneta.

BIBLIOGRAFIA:  Livro dos Médiuns – Seg. Parte . Médiuns de Efeitos Físicos.
Chico Xavier nasceu no dia 2 de abril de 1910 na pequena cidade de Pedro Leopoldo, Minas Gerais. Filho do vendedor de bilhetes de loteria João Cândido Xavier e da dona-decasa Maria João de Deus, ele manifestou cedo sua extraordinária capacidade de entrar em contato com o outro mundo. Já aos quatro anos, surpreendeu a todos ao explicar, em linguagem médica, o aborto de uma vizinha: “O que houve foi um problema de nidação inadequada do ovo, de modo que a criança adquiriu posição equitópica”, disse o pequeno Chico, repetindo o que lhe era soprado aos ouvidos por um espírito. Aos cinco anos ele fica órfão de mãe e o pai, por não poder criá-los, separa os nove filhos entre parentes e amigos. Chico passa a viver então com a madrinha Rita de Cássia e o padrinho José Felizardo Sobrinho. Ele permanece com o casal por dois anos. Durante o tempo em que vive com a madrinha passa por dolorosas experiências. Acreditando que o afilhado tinha o diabo no corpo, já que ele lhe contava suas visões do outro mundo, a madrinha lhe ministrava surras com vara de marmelo. O menino passa a ter visões da mãe no quintal da casa da madrinha, onde costumava se refugiar para rezar. Dona Maria João de Deus lhe anuncia que um anjo bom logo apareceria para ajudá-lo. Pouco tempo depois, o pai casa-se novamente. A nova esposa, Cidália Batista, exige que os filhos do primeiro casamento do marido venham a morar com ela, inclusive o pequeno Chico. Com o passar dos anos, Chico começa a ter um contato cada vez mais freqüente com os espíritos. Nas missas, pela manhã, vê figuras reluzentes transformarem hóstias em focos de luz e pessoas já mortas trazendo rosas nas mãos e beijando os santos. Relata o que vê e o que ouve, mas o pai pensa que o filho está louco. Cogita em interná-lo num hospício. Chico escapa da camisa de força por obra do vigário de Pedro Leopoldo, Sebastião Scarzelli, que sugere a João Cândido colocar o menino para trabalhar na fábrica de tecidos de Pedro Leopoldo, que estava empregando crianças para o turno da noite. Isso permitiria o reforço do pequeno orçamento doméstico da família. Aos nove anos, ele inicia uma dura jornada. Às 3h da tarde entrava na fábrica, onde desempenhava a função de tecelão até uma da manhã. Dormia até às 6h, ia para a escola, saía às 11h, almoçava, dormia uma hora depois do almoço, e retornava a pesada rotina. Em 1922, o país comemorava o centenário da independência e o governo de Minas Gerais instituiu vários prêmios para redações sobre o tema. No grupo escolar de Pedro Leopoldo, Chico, já entrando na adolescência, escreve, ditado por um ser invisível, o seguinte: “O Brasil, descoberto por Pedro Álvares Cabral, pode ser comparado ao mais precioso diamante do mundo...”. Chico comentou a visão com a professora, dona Rosária Laranjeiras, que, católica fervorosa, não lhe deu crédito, mandando-o retornar a carteira e terminar a redação. O trabalho recebeu menção honrosa da Secretaria de Educação de Minas, mas os colegas de Chico, desconfiando que ele havia copiado o texto de um livro, desafiaram-no a fazer um exame público para que comprovasse sua capacidade de redação. Sortearam um novo tema, mais difícil: “AREIA”. O misterioso ser surge novamente e lhe dita: “Ninguém escarneça da criação. O grão de areia é quase nada, mas parece uma estrela pequenina refletindo o Sol de Deus...”. Chico concluiu o primário em 1923, tendo repetido o último ano por problemas de saúde: dificuldades respiratórias originárias da poeira de algodão na fábrica de tecidos, onde trabalhava. Com a saúde prejudicada em função da longa jornada e do tipo de trabalho, Chico decidiu tentar outra atividade. Passou a trabalhar no Bar do Dove, de Claudomiro Rocha, onde varria o chão, lavava louça e cozinhava. Com o salário reduzido, que não lhe permitia comprar um par de sapatos, troca o Bar do Dove, onde foi empregado durante dois anos, pelo armazém do padrinho José Felizardo Sobrinho. Apesar de ter que trabalhar como balconista das 7 às 20 horas, a exigência física e os perigos contra a saúde (já fragilizada), eram muito menores que na fábrica de tecidos e o pagamento maior que no bar. Em maio de 1927, uma das irmãs de Chico Xavier, Maria Xavier, sofre grave desequilíbrio mental. Até então toda a família seguia os preceitos da Igreja Católica, mas foi requisitado o auxílio espírita, já que o problema não conseguia ser solucionado através da medicina. Depois da aplicação de passes a moça recupera-se. A partir de então o jovem Chico Xavier passa a se aprofundar no conhecimento do espiritismo, lendo o Evangelho Segundo o Espiritismo e o Livro dos Espíritos. Ainda em 1927, ele ajuda na fundação do primeiro centro espírita de Pedro Leopoldo, num barracão onde morava um irmão de Chico Xavier, o José Xavier, que assume a presidência. Chico se torna secretário e seu patrão, José Felizardo, tesoureiro. A primeira mensagem que Chico Xavier recebe é da mãe, Maria João de Deus. No ano de 1931, Chico Xavier tem seu primeiro contato com Emmanuel, seu orientador espiritual. Ao buscar a beira de um açude, nas cercanias de Pedro Leopoldo, onde costumava se refugiar para meditar e orar, foi surpreendido com a imagem envolta por raios de luzes de um senhor imponente, vestido de túnica típica dos sacerdotes. Emmanuel logo se apresentou e lhe relatou as exigências que deveria de cumprir caso quisesse trabalhar na mediunidade: “Disciplina, disciplina, disciplina”. Em 1932 foi publicada a primeira obra psicografada por Chico Xavier: Parnaso de Além-Túmulo, que reuniu 14 nomes da literatura brasileira, um coletânea de 56 poesias ditadas pelos espíritos de Augusto dos Anjos e castro Alves, entre outros, que causou polêmica no meio literário. O armazém de José Felizardo vai a falência e Chico Xavier entra como escreventedatilógrafo para o Ministério da Agricultura, sendo mais tarde transferido para Uberaba. Chico dedicou a sua vida ao próximo. Mantinha em Uberaba trabalhos de assistência material e espiritual. Além de levar o consolo a milhares de pessoas do mundo inteiro através dos livros que psicografou (Mais de 400). O médium Chico Xavier morreu na noite 30 de junho de 2002, aos 92 anos em Uberaba, Minas Gerais. Ele estava com vários problemas de saúde e teve uma parada cardíaca. Em 8 de julho do mesmo ano completaria 75 anos de atividade mediúnica.


AULA FENÔMENO MEDIÚNICO - 5 - 6

14ª SEMANINHA ESPÍRITA DE VITÓRIA DA CONQUISTA
EVANGELIZADOR:                                                    AUXILIAR:      
CICLO: 05 e 06                                                             DATA:  05.09.2011

TEMA: FENÔMENO MEDIÚNICO

OBJETIVO : Apresentar aos evangelizandos o início dos estudos sobre os fenômenos mediúnicos, destacando os acontecimentos em Hydesville.

ROTEIRO :
1.PRECE INICIAL
2.INTRODUÇÃO -  10 min

·    Apresentação de todos ( Dinâmica ou música, à critério do evangelizador ).

3.DESENVOLVIMENTO –  25 min
·  Contar a história das Irmãs Fox utilizando fantoches com a ajuda do auxiliar.  Fazer , ao final , questionamentos sobre a história para sondar se eles entenderam, os nomes dos personagens, o que eles fizeram e enfim indagar sobre o fenômenos das pancadas, como aconteceu, etc. O evangelizador nesse momento irá explicar com mais detalhes, ressaltando que foi um acontecimento real e que o Espírito só queria mostrar que ele continuava vivo, mesmo com a morte do corpo.( Anexo 1 )
·  Explicar que as pancadas são fenômenos realizados por Espíritos desencarnados ante a presença de um ou mais médiuns ( pessoas que facilitam a comunicação entre o plano material e o espiritual ). O evangelizador pode encenar com o auxiliar para demonstrar como ocorre o fenômeno.
4.ATIVIDADE – 15 min
·  Desenhar uma casa no papel madeira onde os evangelizandos farão colagens das imagens pintadas por eles ( pinturas dos personagens da história ).
·  Atividade extra: Desenho livre dos personagens da história.
5.PRECE FINAL
MATERIAL :  Cola ,Folha ofício, lápis de cor, papel madeira
BIBLIOGRAFIA:  Livro dos Médiuns – Seg. Parte . Médiuns de Efeitos Físicos.

ANEXOS

SUBSÍDIOS PARA O EVANGELIZADOR

AS IRMÃS FOX ( FENÔMENOS DE HYDESVILLE )

  Em 1848, a aldeia de Hydesville, localizada no condado de Wayne, Estado de New York, distante 30 km da cidade de Rochester, era um pequeno aglomerado de casas de madeiras com uma típica população de agricultores.

Nesta aldeia, a família Fox, uma família de fazendeiros composta pelo Pai (John Fox), a Mãe (Magaret Fox), e de suas filhas: Margareth Fox, de 10 anos e Kate Fox, de 7 anos. Havia, nesta aldeia, uma cabana onde ocorreu o assassinato de um vendedor (alguns o chamam de mascate). O espírito do vendedor se comunicava com o plano material (Terra) através de sons, barulhos, ruídos.

                  Após vários moradores passarem pela casa que fazia ruídos, nela foi morar a família Fox. No princípio, a família não foi incomodada por esses sons que pareciam naturais à casa, mas depois de algum tempo, eis que tais barulhos, ruídos, batidas e até arrastamento de móveis começaram a aparecer com muita força. E estas coisas incomodavam tanto, mas tanto que as meninas viviam em sobressalto, a ponto de se negarem a dormir sozinhas no quarto.

Em 31 março de 1848, deu-se o primeiro lance do fantástico episódio. A menina de 7 anos de idade - Kate Fox - na sua espontaneidade - teve a audácia de desafiar a "força invisível" a repetir, com os golpes, as palmas que ela batia com as mãos:
-Aqui! Sr. Pé Rachado, faça o que eu faço! - Disse, corajosamente, Kate, batendo palmas.
A resposta foi imediata, e a cada estalo, um golpe era ouvido logo a seguir!
Chegaram a conclusão que aquela força podia ver e ouvir, pois até quando se dobrava o dedo, a força respondia. Vários vizinhos foram chamados, e por sua vez, eles chamaram outras pessoas e formou-se então uma reunião, onde as pessoas perguntavam muito.
Eles criaram um código tipo: uma batida seria a letra A, duas batidas seria a letra B e assim por diante...
Ele (o dono dos ruídos) informou, por este código, ser um espírito e que tinha sido assassinado naquela casa. Ele disse, também, o nome do antigo inquilino que o matara e depois o enterrara na adega a 10 pés de profundidade. Seu nome era Charles B. Rosma.
Os mais interessados em esclarecer o caso resolveram escavar a adega visando encontrar o esqueleto do suposto assassinado. E encontraram mesmo.
E um jornal de Boston, cidade dos Estados Unidos, até noticiou o fato.
As irmãs Fox cresceram, mas por inexperiência e imaturidade acabaram se
envolvendo com o vício do alcoolismo e acabaram sofrendo muitas perseguições e difamações injustas.
A Kate Fox, foi à Europa onde pôde ser estudada por sábios de renome.
Porque lá havia desenvolvimento científico pelos quais os fenômenos poderiam ser estudados com rigor e profundidade.
A partir desta data vários outros fenômenos deste tipo passaram a ocorrer em outras cidades, em outros países, em outras famílias despertando assim consciências e preparando todos para o surgimento do Espiritismo.





AULA A FAMÍLIA À LUZ DA IMORTALIDADE - 11 +

15ª SEMANINHA ESPÍRITA

EVANGELIZADOR :                                                      AUXILIAR:
CICLO: 11 a 12 anos                                                       DATA:  05 de Setembro de 2012,

TEMA: A FAMÍLIA À LUZ DA IMORTALIDADE

OBJETIVO : Enfatizar ao evangelizando a importância da boa convivência familiar para nosso aprendizado e evolução espiritual.

ROTEIRO:

PRECE INICIAL

1.  INTRODUÇÃO : 10 minutos

·         Narrar a todos esse fato: Um casal que morava no interior, e tinha um único filho, a quem maltratavam muito, obrigando-o a trabalhar de sol a sol na lavoura. Quando este filho cresceu, fugiu de casa e foi para uma cidade grande, onde estudou, formou-se em direito e começou a ter muito sucesso em sua vida profissional. Envergonhado de sua origem, nunca mais voltou à sua cidadezinha, limitando-se a enviar sempre dinheiro para os seus pais.

2.                DESENVOLVIMENTO –  30 min

·         Dividir a turma em dois grupos, dar 5 minutos para que eles se reúnam e preparem-se com argumentos para o Debate:
·         1ª Turma -Deve defender o rapaz;
·         2ª Turma - Deve acusá-lo de seu comportamento para com os pais;
·         O Evangelizador será o mediador do deate, controlando para que cada um fale em sua vez.
·         Distribuir dois pedaços de papel para cada evangelizando;
·         Na 1ª Folha o Evangelizando deverá escrever 10 coisas sobre sua família ( Boas ou Ruins);
·         Na 2ª Folha o Evangelizando deverá escrever 10 coisas que ele ache ser essencial para que uma família seja “Ideal”;
·         Em seguida todos deverão guardar suas folhas sobre a família ideal e dobrar suas folhas sobre a família e colocar sobre a mesa. O evangelizador embaralhará e cada um deve retirar uma folha para ler;
·         Neste momento o evangelizador aborda sobre a importância da família à luz da Doutrina Espírita.( Ver subsídios em anexo ). Narrar a passagem em que Jesus fala: Quem é minha mãe e quem são meus irmãos ? (Anexo)

3. ATIVIDADE  15 min
·         Confecção de flor de Origami – Entregar a cada um uma folha em formato quadrado e fazer um passo a passo para que eles confeccionem a sua. Ao final eles deverão pintar a flor, escrever algo de bom.


4. CULMINÂNCIA – 5 min
Encerrar enfatizando a importância do nosso núcleo familiar e pedindo que eles entreguem a flor para alguém da família com quem eles menos se dão bem, para demonstrar que aprenderam o ensinamento da noite e que farão o possível para viver em harmonia em casa.

MATERIAL : lápis de cor, folhas em formato quadrado

BIBLIOGRAFIA: O Livro dos Espíritos – Perg.


ANEXOS

SUBSÍDIOS PARA O EVANGELIZADOR
2. O Espírito dos pais não exerce influência sobre o do filho, após o nascimento?
R: “Ao contrário: a influência que exercem é bem grande. Os Espíritos têm que contribuir para o progresso uns dos outros. Por isso, o Espírito dos pais têm por missão desenvolver os de seus filhos pela educação. Isto é uma tarefa para os pais, que serão culpados se vierem a falhar em seu desempenho.”(L.E.208)

3. Será uma virtude o amor materno ou um sentimento instintivo, comum aos homens e aos animais?
R: “As duas coisas. A Natureza deu à mãe o amor a seus filhos com o objetivo da conservação deles. No animal, porém, este amor fica limitado às necessidades materiais mais imediatas e cessam quando os cuidados não são mais necessários.
No homem, este amor dura a vida inteira, e este devotamento representa uma virtude. O amor paternal sobrevive mesmo à morte e acompanha o filho até no além-túmulo. Daí se vê que o amor dos homens é muito diferente do amor dos animais.” (L.E.890)

4. Se o amor materno é da Natureza, como ocorrem casos em que existem mães que odeiam filhos, muitas vezes desde a infância?
R: “Às vezes é uma prova que o Espírito do filho escolheu, ou uma expiação, se aconteceu ter sido mau pai, ou mãe perversa, ou mau filho, em outra existência (L.E.392).
Em todos os casos, a mãe má não pode deixar de ser animado por um mau Espírito que procura criar embaraços ao filho, a fim de que ser reprovada nesta prova que escolheu.
Mas esta violação das leis da Natureza não ficará sem justiça e o Espírito do filho será recompensado pelos obstáculos que conseguiu superar.” (L.E.891)

5. Por que é que, de pais bons e virtuosos, nascem filhos de natureza perversa? Por que é que as boas qualidades dos pais nem sempre atraem, por simpatia, um bom Espírito para reencarnar como seu filho?
R: “Não é raro que um mau Espírito peça que lhe sejam dados bons pais, na esperança de que seus conselhos o encaminhem por melhor rumo e muitas vezes Deus lhes concede o que deseja.” (L.E.209)

6. Em nossas famílias, só reencarnam espíritos que foram nossos adversários em outras vidas?
R: “ Não. Retornamos aos lares de nossos desafetos, para aprendermos a nos amarmos. Mas também pode acontecer de espíritos simpáticos, ligados por relações anteriores, reencarnarem na mesma família e que se expressam por uma afeição recíproca na vida terrena”.

7. Então, o filho ingrato, o marido irresponsável, o pai desajustado, a mulher leviana são instrumentos que Deus colocou à nossa frente para podermos evoluir?
R: Sim. Desta forma, devemos ter paciência e perdoar o filho ingrato. Devemos ter indulgência com o pai que não corresponde às nossas expectativas. Devemos agir com compreensão e desculpar o esposo ou esposa irresponsáveis, porque todos, em outras vidas, se magoaram, se feriram e agora aqui estão juntos, para aprenderem a se amarem e a cumprirem a lei do Divino Criador.

8. Podemos, então, afirmar que a família é uma escola?
R: “Sim. Uma escola em que aprendemos a amar os nossos desafetos, a nos corrigir, a tolerar as imperfeições do outro e, sobretudo, a perdoar. A vida incessante e a família carnal são experiência transitórias em programação que tem por finalidade a família universal.”

ANEXO 2 – SUBSÍDIOS PARA O EVANGELIZADOR

Esclarecer o ensinamento dado por Jesus “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos”?;  Entender o que é parentesco corporal e parentesco espiritual.


CONTEÚDOS:

lJesus ao dizer “Eis aqui meus verdadeiros irmãos” – referindo-se àqueles que não eram seus parentes, que os nossos verdadeiros irmãos são aqueles a quem nos ligamos pelos laços eternos e duráveis do Espírito.
lUma das finalidades da família terrena é proporcionar pelos laços do sangue, reajuste de relacionamento entre Espíritos inimigos, atendendo às Leis de Deus – A fraternidade.
l“A fraternidade é o pacto de Amor Universal entre todas as criaturas”. (André Luiz)
lJesus amava a sua família, mas ressaltou o desprendimento familiar como meta que todos devemos atingir, a fim de alcançarmos a liberdade e a fraternidade universal.
lOs pais passam aos filhos a semelhança do corpo físico.
lQuando vivemos em família imitamos os pensamentos, palavras e ações de nossos familiares.
lNessa convivência, criamos amizade, carinho, amor e desenvolvemos o mesmo jeito de fazer certas coisas.
lAtravés da reencarnação voltamos a viver com pessoas que já tivemos contato em outras vidas.
lPodemos também ter vivido em outros países, ser de outra raça, ter ocupado posições importantes ou mais humildes.
lA parentela corporal é aquela constituída pelos laços frágeis do sangue e da matéria, que se extinguem com o tempo e, muitas vezes, dissolvem moralmente, já na existência atual.
lA parentela espiritual é aquela caracterizada pelos laços espirituais fortalecida pela purificação e se perpetua no mundo dos espíritos.
lCom o estudo e com o Evangelho de Jesus aprende-se a compreender e conviver na família- Culto do Evangelho no Lar.


ANEXO 3 – DOBRADURA DE FLOR

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

AULA A FAMÍLIA À LUZ DA IMORTALIDADE - 7 - 8

15ª SEMANINHA ESPÍRITA DE VITÓRIA DA CONQUISTA
EVANGELIZADOR :                                             AUXILIAR:
CICLO: 07 e 08 anos                                                DATA: 05 de Setembro de 2012.

 TEMA: A FAMÍLIA À LUZ DA IMORTALIDADE

OBJETIVO : Enfatizar ao evangelizando a importância da boa convivência familiar para nosso aprendizado e evolução espiritual.

ROTEIRO:

PRECE INICIAL

 1. INTRODUÇÃO : 10 minutos • Dividir a turma em duplas ou trios para montagem de quebra-cabeças e colagem numa folha ofício.

2. DESENVOLVIMENTO – 30 min • Deixar que cada grupo mostre o quebra-cabeça colado e fale sobre o que representa a imagem; ( Todos os quebra-cabeças são sobre família)
• Questionar: O que é e para que serve uma família ?
• Neste momento o evangelizador aborda sobre a importância da família à luz da Doutrina Espírita.( Ver subsídios em anexo ). Narrar a passagem em que Jesus fala: Quem é minha mãe e quem são meus irmãos ? (Anexo)
• Distribuir dois pedaços de papel para cada evangelizando; Na 1ª Folha o Evangelizando deverá escrever 10 coisas sobre sua família ( Boas ou Ruins); Na 2ª Folha o Evangelizando deverá escrever 10 coisas que ele ache ser essencial para que uma família seja “Ideal”;Em seguida todos deverão guardar suas folhas sobre a família ideal e dobrar suas folhas sobre a família e colocar sobre a mesa. O evangelizador embaralhará e cada um deve retirar uma folha para ler;
• Indagar como é o relacionamento familiar em casa e deixar que eles falem. Tendo o cuidado de ressaltar a paciência, a tolerância, a compreensão que devemos ter com todos, principalmente com nossos familiares mais próximos.

3. ATIVIDADE 15 min • Confecção de flor de Origami ( Anexo)

4. CULMINÂNCIA – 5 min • Encerrar enfatizando a importância do nosso núcleo familiar e pedindo que eles entreguem a flor para alguém ( ou mais de uma pessoa) da família com quem eles menos se dão bem, para demonstrar que aprenderam o ensinamento da noite e que farão o possível para viver em harmonia em casa.

MATERIAL : lápis de cor, folhas em formato quadrado

BIBLIOGRAFIA: O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XIV, de Allan Kardec;



ANEXOS

SUBSÍDIOS PARA O EVANGELIZADOR
2. O Espírito dos pais não exerce influência sobre o do filho, após o nascimento? R: “Ao contrário: a influência que exercem é bem grande. Os Espíritos têm que contribuir para o progresso uns dos outros. Por isso, o Espírito dos pais têm por missão desenvolver os de seus filhos pela educação. Isto é uma tarefa para os pais, que serão culpados se vierem a falhar em seu desempenho.”(L.E.208)
 3. Será uma virtude o amor materno ou um sentimento instintivo, comum aos homens e aos animais? R: “As duas coisas. A Natureza deu à mãe o amor a seus filhos com o objetivo da conservação deles. No animal, porém, este amor fica limitado às necessidades materiais mais imediatas e cessam quando os cuidados não são mais necessários. No homem, este amor dura a vida inteira, e este devotamento representa uma virtude. O amor paternal sobrevive mesmo à morte e acompanha o filho até no além-túmulo. Daí se vê que o amor dos homens é muito diferente do amor dos animais.” (L.E.890)
 4. Se o amor materno é da Natureza, como ocorrem casos em que existem mães que odeiam filhos, muitas vezes desde a infância? R: “Às vezes é uma prova que o Espírito do filho escolheu, ou uma expiação, se aconteceu ter sido mau pai, ou mãe perversa, ou mau filho, em outra existência (L.E.392). Em todos os casos, a mãe má não pode deixar de ser animado por um mau Espírito que procura criar embaraços ao filho, a fim de que ser reprovada nesta prova que escolheu. Mas esta violação das leis da Natureza não ficará sem justiça e o Espírito do filho será recompensado pelos obstáculos que conseguiu superar.” (L.E.891)
5. Por que é que, de pais bons e virtuosos, nascem filhos de natureza perversa? Por que é que as boas qualidades dos pais nem sempre atraem, por simpatia, um bom Espírito para reencarnar como seu filho? R: “Não é raro que um mau Espírito peça que lhe sejam dados bons pais, na esperança de que seus conselhos o encaminhem por melhor rumo e muitas vezes Deus lhes concede o que deseja.” (L.E.209)
6. Em nossas famílias, só reencarnam espíritos que foram nossos adversários em outras vidas? R: “ Não. Retornamos aos lares de nossos desafetos, para aprendermos a nos amarmos. Mas também pode acontecer de espíritos simpáticos, ligados por relações anteriores, reencarnarem na mesma família e que se expressam por uma afeição recíproca na vida terrena”.
7. Então, o filho ingrato, o marido irresponsável, o pai desajustado, a mulher leviana são instrumentos que Deus colocou à nossa frente para podermos evoluir? R: Sim. Desta forma, devemos ter paciência e perdoar o filho ingrato. Devemos ter indulgência com o pai que não corresponde às nossas expectativas. Devemos agir com compreensão e desculpar o esposo ou esposa irresponsáveis, porque todos, em outras vidas, se magoaram, se feriram e agora aqui estão juntos, para aprenderem a se amarem e a cumprirem a lei do Divino Criador. 8. Podemos, então, afirmar que a família é uma escola? R: “Sim. Uma escola em que aprendemos a amar os nossos desafetos, a nos corrigir, a tolerar as imperfeições do outro e, sobretudo, a perdoar. A vida incessante e a família carnal são experiência transitórias em programação que tem por finalidade a família universal.”


SUBSÍDIOS PARA O EVANGELIZADOR
Esclarecer o ensinamento dado por Jesus “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos”?; Entender o que é parentesco corporal e parentesco espiritual.

CONTEÚDOS:
lJesus ao dizer “Eis aqui meus verdadeiros irmãos” – referindo-se àqueles que não eram seus parentes, que os nossos verdadeiros irmãos são aqueles a quem nos ligamos pelos laços eternos e duráveis do Espírito.
 lUma das finalidades da família terrena é proporcionar pelos laços do sangue, reajuste de relacionamento entre Espíritos inimigos, atendendo às Leis de Deus – A fraternidade.
l“A fraternidade é o pacto de Amor Universal entre todas as criaturas”. (André Luiz)
l Jesus amava a sua família, mas ressaltou o desprendimento familiar como meta que todos devemos atingir, a fim de alcançarmos a liberdade e a fraternidade universal.
lOs pais passam aos filhos a semelhança do corpo físico.
 lQuando vivemos em família imitamos os pensamentos, palavras e ações de nossos familiares.
 lNessa convivência, criamos amizade, carinho, amor e desenvolvemos o mesmo jeito de fazer certas coisas. lAtravés da reencarnação voltamos a viver com pessoas que já tivemos contato em outras vidas.
lPodemos também ter vivido em outros países, ser de outra raça, ter ocupado posições importantes ou mais humildes.
lA parentela corporal é aquela constituída pelos laços frágeis do sangue e da matéria, que se extinguem com o tempo e, muitas vezes, dissolvem moralmente, já na existência atual.
 lA parentela espiritual é aquela caracterizada pelos laços espirituais fortalecida pela purificação e se perpetua no mundo dos espíritos.

lCom o estudo e com o Evangelho de Jesus aprende-se a compreender e conviver na família Culto do Evangelho no Lar.