terça-feira, 1 de dezembro de 2015

AULA JUSTIÇA E LEI DE AMOR - 5 - 6

EVANGELIZADOR :                                                  AUXILIAR:
CICLO: 05 e 06                                                             DATA: 04 de Setembro de 2012 

TEMA: JUSTIÇA E LEI DE AMOR

 OBJETIVO : Identificar a Lei de Ação e Reação no dia a dia, para compreender o amor de Deus através da sua Justiça que sempre nos direciona ao melhor caminho.

ROTEIRO:
 1. INTRODUÇÃO: 15 min • História : “ O que é Amor” (Anexo ) .

2. DESENVOLVIMENTO – 30 min • Utilizar a história para falar sobre o amor de Deus ao nos presentear com suas criações como as flores, os pássaro, as plantas e até mesmo nós.
Abordar a justiça falando sobre a garotinha que teve a sensibilidade de dividir o amor de Deus com todas as pessoas ao deixar cada coisa em seu lugar na natureza e pela professora amorosa que foi justa com a menina;

Para melhor compreensão, o evangelizador deve usar objetos que representem a história.

• Desenvolver o tema falando sobre a justiça e o amor de Deus. ( Subsídios em Anexo ) • Fazer questões sobre a história como: O que vocês fariam se encontrasse um passarinho caído do ninho ? O que acontece quando caimos e machumos ? O evangelizador poderá completar com perguntas parecidas, o importante é enfatizar que assim como aparamos o passarinho e nossa família ou amigos nos amparam, Deus principalmente não nos desampara, as vezes adoecemos ou ficamos tristes, mas Deus sempre nos dá a oportunidade de sermos felizes. E podemos ser muito felizes ajudando o próximo ( dar exemplos).
3. ATIVIDADE 15 min • Pintura do desenho da menina no jardim e do pássaro com filhotes;(Anexo);
4. CULMINÂNCIA – 10 minutos • Encerrar deixando claro que a justiça e amor divinos sempre agem visando o nosso melhoramento e nos direciona para a evolução espiritual, mas que cabe a nós fazermos as escolhas certas. Ex: Obedecendo aos pais, estudando, ajudando quem precisa, sendo amigoS, etc.
PRECE FINAL
MATERIAL : Lápis de cor, giz de cera.
BIBLIOGRAFIA: O Evangelho Segundo o Espiritismo ( Allan Kardec), Cap. 05 – http://evangelizacao-infantil.blogspot.com.br/




ANEXO S
HISTÓRIA O QUE É O AMOR?
Em uma sala de aula, haviam várias c rianç as; quando uma delas perguntou parofessora: - Professora, o que é o AMOR? A professora sent iu que a c rianç a merec ia uma resposta a altura da pergu n itnateligente que fizera. Como já estava na hora do rec reio, pediu para que c ada aluno desse uma volta pelo pát io da esc ola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento De amor. As crianç as saíram apressadas e, ao voltarem, a professora disse: - Quero que c ada um mostre o que trouxe c onsigo. A primeira c rianç a disse: - Eu trouxe esta FLOR, não é linda? A segunda c rianç a falou: - Eu trouxe esta BORBOLETA - veja o c olorido de suas asas, vou c oloc á- la meminha c oleç ão. A terc eira c rianç a c ompletou: - Eu trouxe este FILHOTE DE PASSARINHO - ele havia caído do ninho junto c ooumtro irmão. Não é uma grac inha? E assim as c rianç as foram se c oloc ando. T erminada a exposiç ão, a professora notou que havia uma c rianç a que tinha fic ado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora se dirigiu a ela e perguntou: - Meu bem, por que voc ê nada trouxe? E a c rianç a timidamente respondeu: - Desc ulpe, professora. Vi a FLOR, e senti o seu perfume, pensei aermranc á- la, mas preferi deixá- la para que seu PERFUME exalasse por mai s tempo. Vi também a BORBOLETA, leve, c olorida... Ela parec ia tão feliz , n ãqou et ive c oragem de aprisioná- la. Vi também o PASSARINHO, c aído entr e f oalshas, mas, ao subir na árvore, notei o olhar triste de sua mãe, e prefer i devolvê- lo ao ninho. Portanto, professora, trago c omigo: o perfume da f lor; a sensaç ão dlieberdade da borboleta e a grat idão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe? A professora agradec eu a c rianç a e lhe deu nota máxima, pois ela f o úrnai caa que perc ebera, que só podemos trazer o AMOR NO CORAÇÃO. Fonte: CVDEE



ANEXO SUBSÍDIOS PARA O EVANGELIZADOR ( Adaptar as falas para a idade )
Muitas vezes não compreendemos as Leis Divinas, mas a justiça de Deus se manifesta através da Lei de Causa e Efeito. Sabem que lei é essa? Muitas aparentes injustiças também são explicadas por esta lei.Deus sempre sabe o que é melhor pra nós, e Sua vontade se manifesta através de Suas leis sábias e justas. Jesus nos ensinou que será dado “a cada um segundo as suas obras” – também é lei de causa e efeito.Muitas dificuldades acontecem porque estamos em um Mundo de Provas e Expiações e os desafios (dificuldades) são provas que temos que passar. Escolhemos muitas das nossas provas, antes de reencarnamos, a fim de evoluirmos. A dor e a dificuldade muitas vezes vêm na nossa vida para auxiliar a nossa evolução ou para nos despertar para o caminho do bem por meio de dores físicas e morais. O que são dores físicas e morais? O que acontece quando adoecemos? Procuramos um médico e ele poderá pedir exames e nos receitar remédios. E se acontece ser uma doença demorada que sentimos muito mal e tomamos muitos remédios, poderemos sofrer um pouco, não é verdade? Mas, se for uma dor moral, ou seja, dor da alma, aquela causado por sentimentos de tristeza, angústia, mágoa, aflição, etc., poderemos sofrer muito também.Então podemos sofrer de dois jeitos com dor no corpo e dor na alma. A dor no corpo que surge por ferimentos ou doenças é curada com medicamentos, tratamentos mudanças de hábitos muitas das vezes. E se a dor for moral? Aquelas dores causadas por tristeza, mágoa, doenças, por mortes de pessoas queridas ou pode ser também provocadas por nós mesmos por nossos sentimentos e ações negativas; sentimentos de rancor, raiva, vingança, mentira que se refletem no corpo provocando doenças físicas. Como podemos curar? (Com o esforço de melhorar, transformar nosso sentimento) Existe o bem sofrer e o mal sofrer. Como pode ser isso? Se me acontece que eu passe por situações que me façam sofrer e ficar reclamando, lamentando, choramingando, revoltar, “culpar Deus e o mundo”, não lutar e desanimar, descontando a dor nos outros... É uma forma de sofrer, mas é uma forma boa ou má? Bem, se assim agirmos sofreremos mais, e não é uma boa forma de se sofrer fazendo os outros que amamos e convivemos sofrer também. Deus é Justo e bom, se Ele permite dores e sofrimentos é porque existe uma razão ou uma causa justa. Vamos lembrar que somos espíritos que vivemos muitas vidas e erramos muito, então a maioria de nossos sofrimentos foi causado anteriormente por nós mesmos, e estamos aqui apenas liquidando débitos passados, satisfazendo assim a justiça divina. É por nossa própria condição espiritual que ainda necessitamos ainda sofrer para aprender e evoluir. Todos os atos nossos praticados é seguido de uma conseqüência. Ato bom traz boas conseqüências. Ato mal traz más conseqüências. E a escolha é nossa, pois temos o livre-arbítrio para fazer escolhas, mas temos que agüentar as conseqüências do que fazemos. E as conseqüências de praticar o mal, é uma reencarnação dolorosa. Todos os que sofrem é porque não usaram o seu livre-arbítrio para a prática do bem. Muitas vezes antes de reencarnar nós pedimos e escolhemos nossas provas, por isso é nosso dever aceitar com coragem, sem murmurar, todas as dificuldades e sofrimentos que a vida impõe. Os que murmuram; os que não têm paciência nas aflições; os que falam contra a pobreza em que vivem; os que não se contentam com o que possuem; os que usam a riqueza apenas para a satisfação de seus caprichos; os que usam da força apenas para oprimir os fracos; todos esses não sabem cumprir suas provas nem suportar suas expiações, estes sofrem mal ou não sabem sofrer. Quando aceitamos as aflições sem ódio, mágoa ou revolta, ainda que choremos por desabafo, este é o bem sofrer. É preciso ter coragem para enfrentar os problemas quaisquer que eles sejam, pois, na realidade, são conseqüências de nossas atitudes menos felizes nas vidas passadas, ou então são necessárias á nossa própria evolução. Somente as provas bem suportadas podem conduzir ao Reino de Deus ou a paz, a tranqüilidade, a felicidade. Ninguém recebe uma prova ou expiação superior suas forças, as provas na Terra são justas, pois Deus é justo e bom.Para o mal do corpo existem médicos nos hospitais e remédios na farmácia. E tem remédio para sofrimento, tem? Onde o encontramos? Sei de um médico que tem a solução, cura e não cobra pela consulta. Creio que todos aqui, já ouviram falar dele é o Médico de Almas – JESUS. Jesus trouxe o remédio para todos os males - o da tristeza, do desânimo, da falta de fé, mágoa, rancor, preguiça, má vontade, e outros.Sabem onde encontram esses medicamentos? No evangelho. O remédio que Jesus trouxe para esse mal está na fé em Deus, no otimismo, na coragem e resignação para vencer dificuldades, isso sim é sofrer bem, mesmo nas dificuldades estar sempre pronto para ajudar os irmãos que caminhamos. Os que não ouvem e não praticam seus ensinamentos, mais cedo ou mais tarde os sofrimentos os alcançam, mas para quem os pratica a recompensa é paz, harmonia e felicidade. Estes não sofrem, pois a alma se fortalece no cumprimento dos ensinamentos de Jesus e  seguir seus exemplos.


AULA JUSTIÇA E LEI DE AMOR - 10 +

15ª SEMANINHA ESPÍRITA DE VITÓRIA DA CONQUISTA

EVANGELIZADOR :                                                 AUXILIAR:        
CICLO: 10 +                                                                DATA: 03 de Setembro de 2012

TEMA: JUSTIÇA E  LEI DE AMOR


OBJETIVO : Identificar a Lei de Ação e Reação através de fatos reais, para compreender como age a Justiça Divina.

ROTEIRO:

1. INTRODUÇÃO: 15 min
·         Dividir a turma em 4 ou 5  grupos ( Dependendo do tamanho da turma, de modo que cada grupo fique com uma quantidade pequena de membros, no máximo quatro);
·         Entregar a cada grupo uma Carta Psicografada por Chico Xavier;

2.      DESENVOLVIMENTO –  30 min

·         Narrar a história “O caso de Marina” do Livro Ação e Reação ( Emmanuel/Chico Xavier) (Anexo); Aproveitar  o caso para mostrar que a espiritualidade está sempre se esforçando para nos ajudar e que devemos valorizar essa ajuda nos esforçando para nos melhorar.
3.           ATIVIDADE 15 min

·         Dividir a turma em 4 grupos. Distribuir as imagens da história “O Caso de Marina” do Livro Ação e Reação ( Emmanuel/Chico Xavier) (Anexo);
·         Os grupo deverão pintar as imagens e formar uma maquete no isopor com o cenário da história. Utilizar materiais como ( garrafa pet, copos descartáveis, tinta guache, palitos de picolé )
·         Apresentação das maquetes pelos grupos;

4.       CULMINÂNCIA – 10 minutos
·         Encerrar deixando claro que a justiça e amor divinos sempre agem para o nosso bem, para que nos direcionemos rumo à nossa evolução e progresso espiritual.

PRECE FINAL
ANEXOS:
MATERIAL :  Ofício, Lápis de cor, tesouras.


BIBLIOGRAFIA: O Livro dos Espíritos –  livro “Ação e Reação” cap. 12, do , (André Luiz/ Chico Xavier)

ANEXOS

O CASO DE MARINA

Estamos no mundo Espiritual, numa “Mansão” dirigida por Espíritos Superiores, quando chega apressada mulher (espírito), exclamando ansiosa:
— Assistente Silas! Assistente Silas!
— Luísa, a que vens?
— Socorro!... Socorro!... Minha filha, minha pobre Marina esmorece... Tenho lutado com todas as minhas forças para furtá-la ao suicídio, mas agora me sinto enfraquecida e incapaz...
Os soluços sufocaram-lhe a garganta...
— Assistente Silas, perdoa-me tanta expressão de infortúnio, mas eu sou mãe... Minha desventurada filha pretende matar-se esta noite comprometendo-se ainda mais, com as trevas da sua consciência!...
Sem perda de tempo, Silas, na companhia de outros Espíritos, deslocou-se para a Terra, atingindo no plano físico pequena moradia constituída de três peças estreitas. O relógio estava alguns minutos depois de zero hora. A presença de Silas deslocou diversas entidades da sombra que ali se juntavam a manifestar intenção de perturbar. No quarto humilde, junto de jovem senhora agoniada e exausta, uma menina de dois a três anos choramingando, inquieta...
A infeliz de joelhos, beijava sofregamente a pequenina, mostrando a indefinível angústia dos que se despedem para sempre. Logo depois, em movimento rápido, tomou de um copo em que se encontrava beberagem cujo teor tóxico não nos deixava qualquer dúvida. Antes, porém, de colocá-lo à boca em febre, eis que o Assistente lhe disse em voz segura:
— Como pode pensar na sombra da morte, sem a luz da oração?
A desventurada mãe não lhe ouvia a pergunta com os tímpanos de carne, mas a frase de Silas invadiu-lhe a cabeça qual rajada violenta.
Marina, dominada de novos pensamentos, recolocou o perigoso copo no lugar primitivo e, sob vigorosa influência de Silas, levantou-se automaticamente e estirou-se no leito, em prece...
“Deus meu, pai de infinita bondade, compadece-te de mim e perdoa-me o fracasso! Não suporto mais... Sem minha presença, meu marido viverá mais tranqüilo no leprosário e minha desventurada filhinha encontrará corações caridosos que lhe dispensem amor... Não tenho mais recursos... Estou doente... Nossas contas esmagam-me... Como vencer a enfermidade que me devora, obrigada a costurar sem repouso, entre o marido e a filhinha que me reclama assistência e ternura?..."
Ao ensejo da prece, Silas administrava-lhe passes magnéticos de prostração e, induzindo-a a ligeiro movimento do braço, fez que ela mesma num impulso irrefletido, batesse com força no copo fatídico, que rolou no piso do quarto, derramando-se o líquido letal.
Em lágrimas copiosas, a pobre criatura insistia, desolada:
— Ó Senhor, compadece-te de mim!... com evidentes sinais de temor e remorso, atitude mental essa que lhe acentuava a passividade e da qual se valeu o Assistente para conduzi-la ao sono provocado.
Silas emitiu forte jato de energia fluídica sobre o córtex encefálico dela, e a moça, sem conseguir explicar a si mesma a razão do torpor que lhe invadia o campo nervoso, deixou-se adormecer pesadamente, qual se houvesse sorvido violento narcótico.
Marina ergueu-se em espírito sobre o próprio corpo adormecido. Com lágrimas nos olhos, refugiou-se no regaço de sua genitora, gritando de alegria:
— Mãe! Minha mãe!... pois és tu?
— Sim, filha querida, sou eu, tua mãe!... Rendamos graças a Deus por este minuto de entendimento.
E, beijando-a com agoniada ternura, continuou:
— Por que o desânimo, quando a luta apenas começa? Ignoras que a dor é a nossa custódia celestial? Que seria de nós, Marina, se o sofrimento não nos ajudasse a sentir e a raciocinar para o bem? Regozija-te no combate que nos acrisola e salva para a obra de Deus...
Marina, agora ajoelhada e lacrimosa, osculava-lhe as mãos, chamando em súplica:
— Mãe querida, perdoa-me! Perdoa-me!...
— Filha querida, não procures a porta falsa da deserção... Vive para tua filha, como permite o Senhor possa eu continuar vivendo por ti!...
A moça renovada acordou, em pranto copioso, bradando:
— Minha filha!... Minha filha!...
O Assistente, respeitoso, despediu-se de Luísa e afirmou:
— Louvado seja Deus! Nossa Marina ressurge, transformada.
*História adaptada do relato contido no cap. 12, do livro “Ação e Reação”, do Espírito André Luiz, psicografia de Chico Xavier.




AULA A EXISTÊNCIA TERRENA E A LEI DE CAUSA E EFEITO 9 +

15ª SEMANINHA ESPÍRITA

EVANGELIZADOR :                                                 AUXILIAR:        
CICLO: 11 e 12                                                            DATA: 03 de Setembro de 2012

TEMA: A EXISTÊNCIA TERRENA E A LEI DE CAUSA E EFEITO


OBJETIVO : Relembrar aos evangelizandos que por sermos conscientes do que somos e do que fazemos, somos naturalmente responsáveis pelos nossos atos e que para toda ação praticada haverá sempre uma reação.

ROTEIRO:

1. INTRODUÇÃO: 10 min
Dinâmica de Apresentação de todos e explicação do que é a Semaninha Espírita. Mostrar a tirinha (anexo) e pedir que eles interpretem e respondam do que se trata. Explicar que a tirinha é para mostrar o tema da noite e deixar que eles tentem adivinhar antes de anunciar.

2.      DESENVOLVIMENTO –  25 min
·     Apresentar num mural 3 folhas com reportagens de notícias ruins ( Seca , fome e Drogas em Anexo) sem entrar em detalhes, para não gerar pensamentos negativos. O grupo pode citar outros fatos, tendo-se o mesmo cuidado.
·     Perguntar: Por que há tanto sofrimento no mundo ? Quais seriam as causas que levaram a essas consequências ? (Ouvir as opiniões, destacando todas que apresentem conceitos justos )
·     Narrar: TEMPO DE RESGATE ( Anexo)
·     Se aceitarmos esses fatos como verdadeiros, o sofrimento de Rebeca foi injusto?
– Segundo a Lei de Ação e Reação, os que fizeram sofrer passam por situações semelhantes às que produziram o sofrimento. Isto acontece por castigo de Deus ou porque Deus nos ama e deseja que despertemos o amor ao próximo?
– Quando sofremos, temos maior compreensão pelas dores dos outros?
·        Ressaltar que assim como as coisas ruins têm consequências, as boas também terão retorno.
·         Apresentar 3 imagens de trabalhos voltados para o Bem em Vitória da Conquista ( Anexos );
·        Questionar : O que Atitudes como essas trazem de bom ?
·        Pedir que eles falem quais as boas ações que eles já fizeram ou fazem. Ressaltar que não devemos ficar remoendo as coisas ruins que já fizemos e sim que devemos fazer cada vez mais o bem, para que o nosso lado bom supere os  nossos defeitos, assim colheremos mais coisas boas do que ruins.

3.                 ATIVIDADE 20 min

·         Montagem do Mural do Bem. Dividir a turma em dois grupos;
·         Entregar a cada grupo uma cartolina ou papel madeira;
·         Eles deverão desenhar em folhas ofícios atitudes que podem tornar o mundo melhor;
·         Após a confecção individual eles colocarão no mural do grupo;
·         Ao final um representante de cada grupo irá falar sobre o mural que o grupo confeccionou.

4.             CULMINÂNCIA – 5 minutos

Encerrar ressaltando a importância das nossas ações para tornar o mundo melhor. Pedir que eles façam na vida o que eles propuseram no mural, para que as ideias não fiquem só no papel, que se tornem ações que realmente possam mudar o mundo e ajudar  na evolução individual e coletiva.
PRECE FINAL

ANEXOS: História, Subsídios do Evangelizador e Imagens.

MATERIAL :  Ofício, Lápis, Lápis de cor, tesouras.
BIBLIOGRAFIA: O Livro dos Espíritos –  ; Blog http://lubeheraborde.blogspot.com.br

ANEXO 1


TEMPO DE RESGATE
Fig. 1- D. Genoveva era poderosa fazendeira e senhora de muitos escravos no início do século XIX.
Certa tarde, porque desaparecera uma de suas jóias de estimação, reuniu os escravos que trabalhavam no interior da casa grande e ordenou com voz aterradora:
– Se o ladrão não for descoberto até a noite, todos vocês serão duramente castigados.
Todos conheciam a impiedade da poderosa senhora. Ninguém escapava dos seus acessos de raiva, nem os velhos, nem as crianças.
Apavorados, retiraram-se. Cochicharam entre si. Rememoraram fatos à procura de algum indício.
Poucos meses antes desse fato, havia sido comprada uma escrava, ainda jovem, para os serviços da cozinha. Quase não falava com ninguém porque tinha um filho pequenino, com quem se ocupava nos pouquíssimos momentos de descanso. Alguns escravos estranhavam a sua maneira de ser, tão silenciosa e afastada de todos, embora fosse indelicada.
Naquela tarde de aflição, três escravos procuraram D. Genoveva denunciando a jovem escrava como a mais provável autora do furto.
Fig. 2- D. Genoveva chamou o capataz e ordenou que lhe trouxesse a cozinheira. Acusou-a severamente. A jovem defendeu-se com humildade. Suplicou piedade; mas nada valeu diante da sentença da rica senhora: cem chicotadas até que revelasse onde escondeu a jóia.
O capataz cumpriu a ordem recebida. A cada chicotada, a escrava instintivamente recuava.
Fig. 3- Em certo momento tropeçou numa grande pedra, desequilibrou-se e caiu nas águas de caudaloso rio que atravessava a fazenda e onde eram habitualmente jogados os escravos que morriam. Em pouco tempo, desapareceu o corpo da infeliz, ficando impune, diante dos homens, mais este crime da escravidão.
* * *
Entretanto, para a Divina Justiça nada passa em vão.
Um dia D. Genoveva desencarnou e sofreu terrivelmente os remorsos da consciência. Via-se deformada, medonha... Dia após dia, ano após ano...
Cansada de tanto sofrer, suplicou a Deus o esquecimento de seus atos do passado. E foi encaminhada para a nova encarnação.
Nasceu novamente, não mais na condição de pessoa poderosa e rica, mas em família humilde do nosso interior.
Seus pais morreram quando criança e Rebeca - essa era o seu novo nome - foi conduzida a uma casa de família onde, desde a adolescência, fazia os serviços domésticos. Mais tarde casou-se e recebeu no lar três filhinhos.
Certa noite, depois de retornar a sua casa, desabou violento temporal. As águas dos rios transbordaram invadindo muitas casas da região.
Rebeca e a família tentaram sair mas era impossível. Na sua aflição de mãe, desejando salvar os filhos, Rebeca tentou alcançar um pequeno bote guardado em local próximo.
Fig. 4- Repentinamente uma correnteza arrastou-a para longe e Rebeca, perdendo as forças, desapareceu na torrente de água e lama.
Havia chegado o tempo de resgate do crime cometido, quando Rebeca ainda era a poderosa Sinhá Genoveva.

ANEXO 2
SUBSÍDIOS PARA O EVANGELIZADOR

 Há acontecimentos dolorosos que poderiam ser evitados se as pessoas envolvidas tivessem outra conduta. Por exemplo, quem provoca e alimenta uma discussão na rua, às vezes se torna vítima da sua própria violência. Uma família que habita uma casa condenada, com risco de desabar, também pode sofrer as conseqüências dessa insensatez.
 Mas há fatos dolorosos que ocorrem, aparentemente sem uma causa que os justifiquem. As pessoas até se sentem excluídas da proteção Divina ou mesmo passam a duvidar da justiça de Deus...
 A ciência vem estudando a reencarnação, procurando verificar se já vivemos outras vezes na Terra, em outros corpos e se a vida atual seria a conseqüência das vidas anteriores. Sem dúvida, os males que nos atingem não ocorrem porque estamos esquecidos por Deus.

Estimular o grupo a opinar, através de perguntas, como por exemplo:
Se aceitarmos esses fatos como verdadeiros, o sofrimento de Rebeca foi injusto?
Segundo a Lei de Ação e Reação, os que fizeram sofrer passam por situações semelhantes às que produziram o sofrimento. Isto acontece por castigo de Deus ou porque Deus nos ama e deseja que despertemos o amor ao próximo?
Quando sofremos, temos maior compreensão pelas dores dos outros?
4.6- Ressaltar que Deus não nos castiga, mas possibilita que passemos por experiências que vão despertar nosso respeito pelo próximo, compreendendo seus direitos, seus sentimentos etc.

AULA A EXISTÊNCIA TERRENA E A LEI DE CAUSA E EFEITO 7 - 8

EVANGELIZADOR : 
AUXILIAR: CICLO: 7 e 8                                DATA: 03 de Setembro de 2012

TEMA: A EXISTÊNCIA TERRENA E A LEI DE CAUSA E EFEITO

OBJETIVO: Relembrar aos evangelizandos que por sermos conscientes do que somos e do que fazemos, somos naturalmente responsáveis pelos nossos atos e que para toda ação praticada haverá sempre uma reação.

ROTEIRO:
 1. INTRODUÇÃO: 10 min • Dinâmica de Apresentação de todos e explicação do que é a Semaninha Espírita.

2. DESENVOLVIMENTO – 25 min • Apresentar numa cartolina : TODA AÇÃO TEM UMA CONSEQUÊNCIA. O QUE ACONTECE SE ALGUÉM: Comer demais ? Estudar bastante para uma prova ? Não tomar banho ? Tomar muito sol ? Dormir tarde e acordar cedo ? Ficar xingando o tempo todo ? Comer frutas ? ( O evangelizador poderá acrescentar outras perguntas ). 
Deixar que eles dêem as respostas, somente corrigindo quando houver algum equívoco ou quando não responderem. Aproveitar para desenvolver o tema.
 • Contar a História de Tobi o Golfinho utilizando as figuras; ( Anexo )
 • Utilizar a história para falar sobre a lei de causa e efeito, enfatizando que todas as nossas ações irão ter consequências; • Perguntar se eles já fizeram algo que não podia e qual foi a consequência. Deixar que eles relatem suas histórias.

 3. ATIVIDADE 15 min • 1ª Atividade – Distribuir uma folha para que cada um relacione as ações e consequências; ( Anexo ) • Pintura de desenho do golfinho e montagem de quadro representando a história. Os evangelizandos Irão pintar os golfinhos, recortar e colar numa cartolina com fundo azul para representar a água.

 4. CULMINÂNCIA – 10 • Perguntar se eles lembram como era a história do golfinho Tóbi e o que foi que ele fez. Encerrar mostrando que devemos ter cuidado com nossas ações para não sofrer como aconteceu com Tóbi.

PRECE FINAL MATERIAL : lápis de cor, cola, Cartolina ou papel madeira, ofício em formato quadrado. ANEXOS: História com imagens. BIBLIOGRAFIA: O Evangelho Segundo o Espiritismo,Cap. 05, de Allan Kardec; – ; Blog http://lubeheraborde.blogspot.com.br ; http://evangelizacao-infantil.blogspot.com.br/

ANEXOS 


HISTÓRIATÓBI O GOLFINHO - Tóbi era um golfinho, ainda criança, muito querido por todos os amigos do mar. Fig. 1 – Como ele ainda era pequeno, só podia brincar na seguranaça da lagoa de águas salgadas. Havia lugares no fundo do mar muito perigosos e por isso Tóbi não podia brincar lá. Mas seu grande sonho era poder ir um dia se divertir com os golfinhos mais velhos no grande mar. Eles apostavam corrida com os barcos, davam piruetas no ar e depois mergulhavam nas águas: Tchibum! − Aposto que eu posso nada mais depressa que um barco! Dizia Tóbi. − Você ainda é muito pequeno e pode se machucar! Mas quando for mais crescido, será mais forte e poderá se divertir com os golfinhos mais velhos – dizze a mãe. − Mas eu já sou grande, mamãe! Reclamava. − Precisa crescer um pouco mais... Fig. 2 – Um dia, Tóbi estava brincando na lagoa, quando ouviu...tuuuuu, tuuuu. Era o apito de um grande barco! Tóbi ficou maravilhado! − Nossa, que baro grandão! Ele se aproximou para ver bem pertinho... − Aposto que eu consigo vencer esse barco! Aí eu mostro para a mamãe que eu já sou grande e sou também o campeão dos campeões! Tóbi nadou bem depressa...só faltava ultrapassar e vencer! Fig. 3 – De repente, Tóbi sentiu uma coisa cair em cima dele, que se enrolou em todo seu corpo! Era uma corda que se soltou do barco. Ele fez força...se debateu...mas não conseguiu se soltar! − - Socorro ! Conseguiu gritar. Fig. 4 Pouco depois viu que não estava mais sozinho. − - Não se preocupe, nós ouvimos o seu pedido de socorro. Nós vamos ajudar você! Eram os golfinhos mais velhos! Juntos, cortaram as cordas com os dentes e libertaram Tóbi, finalmente! − Fig. 1 – Agora, na segurança da lagoa, o pequeno golfinho brincava feliz. Corrida com os barcos ? Só quando fosse mais velho...








AULA PROVAS E EVIDÊNCIAS DAS EXISTÊNCIAS SUCESSIVAS - 9 a 11

16ª SEMANINHA ESPÍRITA DE VITÓRIA DA CONQUISTA – ANO 2013
EVANGELIZADOR:                                                   AUXILIAR:         
CICLO: 09 e 10                                                             DATA:  03.09.2013

TEMA: PROVAS E EVIDÊNCIAS DAS EXISTÊNCIAS SUCESSIVAS
OBJETIVO: O evangelizando irá compreender como são as evidências que podem comprovar que um Espírito passa por várias existências.
ROTEIRO:
1.PRECE INICIAL
2.INTRODUÇÃO - 10 min
·   Fazer rápida revisão do assunto Finalidades da Reencarnação;

3.DESENVOLVIMENTO – 20 min
·      Explicar que a ciência tem buscado há tempos provar que uma pessoa passa por várias existências e cada dia mais as evidências são cada vez mais fortes e aceitas;
·      Narrar a histórias das Irmãs Fox – primeiros estudos sobre comunicação dos desencarnados; (Anexo)
·      Discussão sobre o assunto, deixar os evangelizandos exporem suas opiniões e perguntas sobre o tema. O Evangelizador deverá dirigir a discussão de forma que todos possam participar tirando suas dúvidas. (Subsídios)
·      Narrar a História: As Recordações de Maura (Anexo).Trabalhar a questão do esquecimento do passado;
·      Atividade Criativa ( Anexo )

4.ATIVIDADE – 20 min
·      Dinâmica Descobrindo a Personalidade; ( Anexo 1 e 2 )

5.CULMINÂNCIA – 5 min
·      O Evangelizador encerrará enfatizando que a já existem evidências suficiente que comprovam a reencarnação e deixar claro que a mesma não é uma invenção da Doutrina Espírita. (Subsídios para o EvangelizadorPower Point FEB)
6.PRECE FINAL
MATERIAL:Lápis N° 02; Lápis de Cor, Canetas, Hidrocor. Papel Madeira, Cola.
BIBLIOGRAFIA: O Livro dos Espíritos – A. Kardec Cap. IV, V e VII; Tomo I – ESDE – Módulo IV – FEB; O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. IV;



ANEXOS

AS IRMÃS FOX 
Em 1848, a aldeia de Hydesville, localizada no condado de Wayne, Estado de New York, distante 30 km da cidade de Rochester, era um pequeno aglomerado de casas de madeiras com uma típica população de agricultores. Nesta aldeia, a família Fox, uma família de fazendeiros composta pelo Pai (John Fox), a Mãe (Magaret Fox), e de suas filhas: Margareth Fox, de 10 anos e Kate Fox, de 7 anos. Havia, nesta aldeia, uma cabana onde ocorreu o assassinato de um vendedor (alguns o chamam de mascate). O espírito do vendedor se comunicava com o plano material (Terra) através de sons, barulhos, ruídos. Após vários moradores passarem pela casa que fazia ruídos, nela foi morar a família Fox. No princípio, a família não foi incomodada por esses sons que pareciam naturais à casa, mas depois de algum tempo, eis que tais barulhos, ruídos, batidas e até arrastamento de móveis começaram a aparecer com muita força. E estas coisas incomodavam tanto, mas tanto que as meninas viviam em sobressalto, a ponto de se negarem a dormir sozinhas no quarto. Em 31 março de 1848, deu-se o primeiro lance do fantástico episódio. A menina de 7 anos de idade - Kate Fox - na sua espontaneidade - teve a audácia de desafiar a "força invisível" a repetir, com os golpes, as palmas que ela batia com as mãos: -Aqui! Sr. Pé Rachado, faça o que eu faço! - Disse, corajosamente, Kate, batendo palmas. A resposta foi imediata, e a cada estalo, um golpe era ouvido logo a seguir! Chegaram a conclusão que aquela força podia ver e ouvir, pois até quando se dobrava o dedo, a força respondia. Vários vizinhos foram chamados, e por sua vez, eles chamaram outras pessoas e formou-se então uma reunião, onde as pessoas perguntavam muito. Eles criaram um código tipo: uma batida seria a letra A, duas batidas seria a letra B e assim por diante... Ele (o dono dos ruídos) informou, por este código, ser um espírito e que tinha sido assassinado naquela casa. Ele disse, também, o nome do antigo inquilino que o matara e depois o enterrara na adega a 10 pés de profundidade. Seu nome era Charles B. Rosma. Os mais interessados em esclarecer o caso resolveram escavar a adega visando encontrar o esqueleto do suposto assassinado. E encontraram mesmo. E um jornal de Boston, cidade dos Estados Unidos, até noticiou o fato. As irmãs Fox cresceram, mas por inexperiência e imaturidade acabaram se envolvendo com o vício do alcoolismo e acabaram sofrendo muitas perseguições e difamações injustas. A Kate Fox, foi à Europa onde pôde ser estudada por sábios de renome. Porque lá havia desenvolvimento científico pelos quais os fenômenos poderiam ser estudados com rigor e profundidade. A partir desta data vários outros fenômenos deste tipo passaram a ocorrer em outras cidades, em outros países, em outras famílias despertando assim consciências e preparando todos para o surgimento do Espiritismo.












ATIVIDADE CRIATIVA

Formar subgrupos. Para cada um, distribuir a quarta parte de uma folha de papel grande ( Papel madeira ou Cartolina )e canetas hidrográficas.
Um membro do subgrupo inicia um desenho qualquer e passa o papel para a segunda pessoa, que dá continuidade ao desenho e assim por diante. Ao final, cada subgrupo apresenta o que criou. Convém lembrar que o resultado final não depende do que foi imaginado por quem deu início ao desenho.
Levar a observar que o desenho foi realizado em etapas. Perguntar se isso faz lembrar as nossas vidas na Terra. Cada uma delas dependeu do desenho da etapa anterior (dar exemplos nos trabalhos realizados).
- Concluir que cada existência depende do que “desenharmos” na anterior.
Dialogar com as crianças sobre a história.

ANEXO 2 FOLHA DE ENTREVISTA – DESCOBRINDO A PERSONALIDADE 
Qual o seu nome ?______________________________________________________________. 
Qual o seu maior defeito ?________________________________________________________. 
Qual a sua maior qualidade?_____________________________________________________. O que deixa você feliz ?________________________________________________________. O que deixa você triste ?______________________________________________________. Qual o seu maior medo ?_________________________________________________________. 
Você costuma ferir as pessoas fisicamente ?_________________________________________. Quando fere uma pessoa emocionalmente ( com palavras ou atitudes ) você costuma pedir desculpas ?____________________________________________________________________. ____________________________________________________________________________


 ANEXO 4

MURAL DE DESENHOS – MINHA VIDA NA OUTRA VIDA.

Objetivo: Entender que mesmo com a mudança do corpo continuaremos com qualidades e defeitos que deverão ser transformados.

Cada um desenhará como se enxerga na próxima vida, baseando nos progressos que já fez ou nos defeitos que ainda tem nesta vida. Deverão expressar nos desenhos comportamentos e/ou atitudes.
Todos colarão seus desenhos no Mural e quem quiser poderá falar sobre o mesmo.